Escolha um idioma:
Restabelecendo Créditos
 
restabelecendo-creditos
"Quer você acredite que consiga fazer uma coisa ou não, você está certo.” Henry Ford
Dicas para renegociar suas dívidas

1 – O consumidor deve procurar o credor assim que perceber que não poderá continuar pagando a dívida, evitando que ela cresça;

2 – O devedor pode solicitar o histórico da dívida com os demonstrativos para saber exatamente o que está sendo como juros de mora, multas e juros por atraso. Assim, pode comparar às taxas cobradores em outras modalidades de crédito;
3 – Ao procurar a empresa, é recomendável que o consumidor já saiba que quanto poderá dispor para pagar a dívida integral ou de forma parcelada para que não assuma um acordo fora das suas condições financeiras. Se necessário, peça desconto ou tente alongar o prazo de pagamento;
4 – No momento de negociar a dívida, o consumidor deve evitar intermediários e agiotas. As empresas que limpam e realizam cobrança ganham um percentual sobre o valor recebido e têm interesse em cobrar o máximo possível do consumidor;
5 – O consumidor deve solicitar o estorno do juros e multas excessivas. Se houver recusa, pode procurar um órgão de defesa do consumidor ou recorrer à Justiça. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), a multa limitada para cobrança de atrasos é de 2%, porém lojas e financeiras chegam a cobrar até 20%;
6 – Ao realizar um parcelamento, o consumidor deve pedir juros menores. Alguns credores chegam a renegociar as parcelas da dívida sem juros, com o objetivo de receber o valor principal;
7 – Após para a dívida e cumprir o acordo com o credor, o nome do consumidor deve ser retirado dos cadastros e listas de restrição ao crédito.
8 – Se o credor não retirar a restrição do consumidor das listas negras de devedores, cobrar juros excessivos e se recusar a negociar o débito, o devedor deve procurar um órgão de defesa do consumidor de sua cidade e registrar uma reclamação.

** MUITO IMPORTANTE:
Caso o consumidor descubra que o contrato firmado contém cláusulas abusivas, como cobrança de taxas e juros abusivos, pode recorrer à Justiça.
-Vale lembrar que as ações, cujo valor da causa não ultrapasse 40 salários mínimos (R$ 8 mil), têm o benefício do Juizado Especial Cível.
-Até 20 salários (R$ 4 mil), a presença do advogado está dispensada. Acima deste valores, o processo é encaminhado à justiça comum.


Gestão através do Be-A-Bá da Dívida

RECEITUÁRIO PARA NEGOCIAÇÃO DO B a BÁ DA DÍVIDA
Conheça os 26(vinte e seis) pontos de auto-ajuda as pessoas que com ou sem acidente financeiro, estão vivendo a Crise da dor do Bolso.
1. É preciso se Organizar;
1.1) Procure manter-se equilibrado com o Físico e a Emoção para Resolver a aflição Material.
1.2) É preciso ter consciência da Honra e do Propósito de querer pagar.
1.3) Conhecer a sua real situação como Devedor.
2) Definir um Fluxo de Caixa ou Orçamento, onde enumerará as suas Receitas, Despesas e Investimentos;
3) Priorizar os pagamentos em ordem de importância (elencar) : Despesas, Amortização de Dívidas;
4) Se a receita não for suficiente, buscar novas Fontes de Receitas;
4.1) Aumentar as horas úteis de trabalho;
4.2) Eliminar bens inservíveis ou supérfluos, rifando ou vendendo;
4.3) Extirpar todo desperdício, ex.: todo e qualquer gasto possível que não afete seu dia a dia;
4.4) Se tiver vinculo empregatício, onde possua Crédito Fazer Acordo Trabalhista,;
4.5) Buscar novas fronteiras de Recursos através de outros membros da família ou colocá-los a produzir;
4.6) Buscar novos Créditos concentrando os seus Débitos para facilitar a Negociação;
5) Renegociar as Dívidas solicitando recalculos a quem possa lhe auxiliar;
5.1) Conhecida a Dívida Real, alongar o Perfil de vencimentos dentro da sua Capacidade de Pagamentos;
5.2) Verificar garantia e substituir ou repor as Garantias por acaso alienadas ou hipotecadas;
5.3) Se sentir incapacitado para administrar, contratar profissional para lhe dar Assistência Jurídico e
Administrativa;
5.3.1) Se não houver possibilidade de negociar, buscar um advogado para Defender seus interesses;
5.3.2. ) Se receber ameaças de qualquer ordem procure a Delegacia mais próxima.
5.3.3) Solicitar as baixas de restriões havidas em seu nome e de Avalistas junto aos Órgãos SPC, SERASA e SCI;
6) Desfazer-se de imobilizado ou qualquer bem de Capital somente em último caso;
6.1) Se for imóvel procurar sempre um valor de mercado e compatível com a solução da Dívida;
7) Se for contratar Empresa Especializada ou Consultor Independente, verifique a sua idoneidade, avaliando inclusive o tempo que está no local, para evitar situação incômoda;
7.1) Busque Contrato de Risco com soluções definidas e minimo desembolso inicial ou se puder Pagar se houver resultado;
8) Se o valor da Dívida for de até R$ 7.000,00 (sete mil reais), busque auxílio na Vara Especial ou Junta de Pequenas Causas em sua localidade.
9) Se não houver jeito, prefira que lhe processem, você ganhará tempo!!

Observamos como lembrete que o Patrimônio não paga a dívida, Destarte não seja Imprudente, queimando o que conseguiu com determinado esforço com dedicação ao longo dos anos de sua vida produtiva.

FRENTE PARA O EQUILIBRIO : A paciência e a informação sobre como negociar devem caminhar juntas!!!

A tolerância é o espelho para uma nova Esperança. Você vencerá!!!

"ORGANIZAR É PRECISO E AJUDÁ-LO A PLANEJAR É O NOSSO TRABALHO"

Elaborado Por: NILSON ANTONIO RIBEIRO
Auditor Contador CRC-SP n.º 109.448/O-3 TMS e Administrador de Empresas CRA.SP n.º 18.844
O PROTETOR DOS ENDIVIDADOS!

 


banner_370x150
logo_arautos do evangelho 3
cinza
© Clube dos Endividados 2013. Todos os Direitos Reservados
Visitas: conter12
Produzido por Gestão Ativa Soluções Web